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História

História MG Music

MG Amps & Pedals

Eu poderia começar esse texto dizendo que os amplificadores e pedais MG são feitos com a melhor matéria prima disponível no mercado hoje em dia tanto o que esta sendo produzido hoje mas também a matéria prima rara (nos) que não esta sendo produzida a anos. Mas não vou!

O que gostaria de testemunhar aqui é que tudo começou quando a mais de trinta anos atrás ouvi pela primeira vez álbuns como John Mayall & BluesBrakers with Eric Clapton, Exile on Main Street dos Stones , Band Of Gypsies do Hendrix o que me pegou de primeira foi o timbre de guitarra nesses discos, pura alma, era como você sentisse a guitarra sendo amplificada naturalmente.

Um som verdadeiro!
Nossos amplificadores seguem essa filosofia, esse é o real motivo que não gostamos de colocar reverb dentro do circuito, deixamos eles o mais puro possível.

Simplicidade!
Obviamente nos adequando a necessidade do musico é uma das prioridades também, fazemos os amplificadores pensando primeiro lugar em você. O mesmo se aplica a linha dos nossos pedais de guitarra e contrabaixo, me influenciou o som psicodélico das bandas da Califórnia dos anos 60 com aquele Fuzz ruidoso mas também bastante musical…. ou aquele som sofisticado e ainda esquisito dos Univibes que o Hendrix usava, o delay analógico do David Gilmour do Floyd e Eddie Hazel do Funkadelic para nós viraram o nosso analog Delay “That’s echo Folks”.

Fazemos um trabalho personalizado em que você possa sentir que foi feito em especial para você.

Damos uma importância muito grande ao “look” e ao “packing” de cada amplificador e pedal , fazemos com um humor e espírito que talvez esteja fazendo falta hoje em dia em nossas vidas ….. as artes dos pedais são também uma homenagem aos produtos que fizeram época nos anos 60/70.

Que esses sons sejam uma inspiração a todos nós!

 

44Hz

Todos nós sabemos que o espectro auditivo humano reconhece sons entre as faixas 20hz e 20 khz. Muitas espécies, assim como alguns humanos, podem ouvir outras freqüências, e eu nem discutirei a afirmação que talvez informações contidas na faixa “inaudível” contribua para a percepção do som.

No limite do espectro auditivo humano, 20khz, um “digital sampler” digitalizando em uma amostra de ritmo típico de 44 khz apenas amostra a onda sonora aproximadamente duas vezes por ciclo. Mas, em que lugar no ciclo ? Nas faixas mais altas? Mais baixas? No meio? O problema que eu tenho com 44khz é que amostrando um sinal um pouco maior que duas vezes por ciclo é o pré-requisito teórico básico e mínimo para produzir amostras precisas.

No limite máximo da faixa da amostra, amostrando uma onda analógica aproximadamente duas vezes por ciclo resultará em um resultado digital desajeitado e imperfeito que raramente alcança a onda em seus momentos máximos e mínimos. Isso transformaria uma sine wave perfeita em uma bagunça irregular e recortada. É isso que tem acontecido quando você escuta um cymbal crash digitalizado que soa salpicado.

O resultado de qualquer amostra de áudio digitalizada será sempre limitado a freqüências de não mais que duas vezes a faixa de amostragem. Dessa maneira, grande parte da sutileza musical é irreparavelmente perdida no processo de amostragem digital. Tudo acima da freqüência de onda de 10k é submetido a probabilidades crescentes de erro na mesma proporção em que a freqüência aumenta, e em algum momento arbitrário um low-pass filter simplesmente remove completamente todas as freqüências altas.

Está certo, antes que uma amostra possa iniciar seu trabalho sujo de fatiar a música em pequenos pedaços digitais, deve primeiro filtrar tudo que esteja a uma freqüência maior que a faixa da amostra vezes dois. Isso significa que muito da sutileza, “ar”, ambiência e presença são retirados e perdidos para sempre.

A informação perdida deve ser deduzida pelo ouvinte em algum nível psico-acústico. Esse esforço extra requerido pelo ouvinte, mais a aspereza e falta de sutileza de áudios digitalizados resultam em uma rápida fadiga auditiva. A ausência da original informação harmônica e ambiente mata a sensação de ‘estar presente’. Eu me lembro que, quando criança, eu fechava meus olhos quando ouvia LPs (especialmente antes de wore the grooves out e riscá-los) e a imagem estéreo me transportava. Eu não presencio esta sensação com cds (44.1kHz) ou rádio FM (32kHz).

Uma analogia possível seria a diferença entre uma lâmpada incandescente de um filamento constantemente luminoso com um tubo fluorescente piscando a 60hz. Seus olhos sabem a diferença, mesmo que não consiga conscientemente perceber o ritmo de 60hz da lâmpada.

Existe uma razão pela qual o áudio digital tenha ganhado sua reputação de esterilidade, falta de vida e rugosidade. Principalmente porque tende a ser estéril, morto e rugoso ESPECIALMENTE quando usado como umEFEITO DE GUITARRA ELÉTRICA. Guitarras elétricas são em geral utilizadas em conjunto com distorções ou overdrive. Os aparatos de overdrive de som mais natural são, de fato, válvulas, e que muitas distorções sólidas são projetadas para seguir como exemplo. Um overdrive de som natural utilizará dinâmicas do som e responderá a ataques de cordas diferentes com variados tons e níveis de distorção. Amplificadores valvulados são geralmente utilizados com guitarras para ajudar a facilitar este comportamento desejável. Uma amostragem digital de baixa qualidade localizada em qualquer local da cadeia de som entre a guitarra e o amplificador removerá essa ligação natural entre a mão do guitarrista e o tom do amplificador. Se você tem de usar efeitos digitais, lembre-se que eles são melhores se usados após os efeitos de distorção (a não ser que você prefira um tom de guitarra comprimido e morto). Se o estágio de entrada do seu amp está overdriven, usar o efeito digital no loop de efeitos do amp ajudará a minimizar essa tendência desfavorável (assumindo que o efeito digital possa agüentar o sinal line-level do amp; se não, é simples adicionar um atenuador antes da entrada do efeito digital).

Idealmente, o melhor locarl para usar efeitos digitais é depois do speaker do amp, processando tanto um sinal microfonado ou um simulador de caixa. Neste ponto da cadeia de sinais, o instrumento e o amplificador já fizeram tudo o que precisavam para para fazerem juntos (assumindo que haja uma ligação acústica entre a guitarra e o falante, que permita um retorno natural), para que o tom básico não seja assassinado DIGITAL SUCKS!

PAZ!
Marcelo Giangrande

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